Portal do paciente
O paciente acessa seus agendamentos e preenche anamnese antes da primeira sessão.
A rotina da psicologia é diferente da rotina de uma clínica de procedimentos: o mesmo paciente volta toda semana, no mesmo horário, por meses. O que pesa não é o volume de agendamentos novos, é a continuidade — manter o horário fixo, registrar a evolução de cada sessão e saber quem está em dia com os pagamentos.
Com poucos pacientes, a agenda do celular resolve. Passando disso, começam os furos: remarcação que desloca o horário fixo, sessão que não foi cobrada, paciente que sumiu e ninguém percebeu.
Você define a disponibilidade semanal e a agenda respeita esses blocos. Remarcações ficam registradas no histórico do paciente.
O acesso ao conteúdo clínico exige permissão explícita e vínculo com o paciente. Perfis de secretaria e financeiro nunca leem prontuário, mesmo dentro da mesma clínica.
Cada registro fica atrelado à sessão e a alterações posteriores viram versão nova, preservando o histórico original.
O paciente acessa seus agendamentos e preenche anamnese antes da primeira sessão.
Reduz esquecimento de horário fixo sem você mandar mensagem uma a uma.
Sessão realizada gera lançamento, e você vê rapidamente quem está pendente.
Os dois formatos convivem na mesma agenda, com o mesmo prontuário e o mesmo controle financeiro.
Cada terapeuta enxerga apenas os próprios pacientes; a gestão enxerga ocupação e faturamento sem abrir conteúdo clínico.
Não, a menos que tenha permissão clínica e vínculo com aquele paciente. O isolamento é aplicado no banco de dados, não só na tela.
Sim. O tipo de atendimento fica no agendamento e o registro clínico é o mesmo.
Sim. A plataforma tem exportação de dados e Central do Titular, seguindo as regras da LGPD.
Sim, 7 dias sem cartão.