Painel de ocupação
Quanto da capacidade da agenda foi realmente usada no período.
Gestão de clínica é, na prática, responder a um punhado de perguntas todo mês: a agenda está cheia? quem está faltando? quanto entrou e de onde? qual profissional trouxe qual resultado? A Evolya monta essas respostas a partir da própria operação, sem exigir que alguém alimente uma planilha paralela.
A maior parte das clínicas só descobre o resultado do mês no mês seguinte, quando alguém consolida anotações. Nesse ponto, o que era corrigível — um dia com metade da agenda vazia, uma sequência de faltas, um profissional sem retorno agendado — já virou prejuízo consumado.
O problema raramente é falta de esforço. É que o dado usado para decidir não vem da operação: vem de memória e de planilha refeita.
Agenda, atendimentos e lançamentos financeiros alimentam os painéis. Ocupação, faltas, retornos pendentes e receita por profissional vêm dos mesmos registros que a equipe já usa no dia a dia.
Há um painel específico para quem responde pelo resultado: performance por profissional, evolução de receita e pontos de atenção da operação, sem precisar abrir cada módulo.
É possível registrar metas e acompanhar o progresso, e as comissões são calculadas a partir dos atendimentos concluídos e lançados — não de uma lista digitada no fim do mês.
Receitas e despesas ficam categorizadas, o que permite ver o resultado consolidado e comparar meses sem montar relatório à mão.
Quanto da capacidade da agenda foi realmente usada no período.
Faltas registradas na agenda viram indicador, não apenas um horário vazio.
Atendimentos, receita e comissão de cada pessoa da equipe.
Receitas e despesas categorizadas, com resultado consolidado por período.
Definição e acompanhamento de metas da clínica e por profissional.
Lista de quem não volta há tempo, pronta para uma ação de reativação.
Em vez de discutir percepções, a equipe abre ocupação, faltas e retornos pendentes da semana e decide três ações concretas.
O financeiro confere lançamentos já existentes e fecha comissões a partir dos atendimentos registrados, sem redigitar.
Antes de abrir mais uma agenda, dá para ver se a capacidade atual já está ocupada ou se o problema é preenchimento.
No mínimo: taxa de ocupação da agenda, taxa de faltas, número de atendimentos por profissional, receita do período, ticket médio e quantidade de pacientes que não retornam. São os que mais mudam decisão no curto prazo.
Não. Os indicadores derivam dos registros que a equipe já faz: agendamento, conclusão do atendimento e lançamentos financeiros.
Sim. O acesso é controlado por papel: recepção, financeiro e profissionais têm visões diferentes, e dados clínicos exigem permissão específica.
Sim, a partir dos atendimentos concluídos e das regras configuradas para cada profissional.