Selagem de anamnese
Anamneses concluídas recebem checksum, o que torna alteração posterior detectável.
Prontuário eletrônico não é um campo de texto na tela do paciente. É um registro que precisa sobreviver a correções, trocas de profissional e questionamentos futuros — e que precisa dizer, depois, quem leu e quem alterou o quê.
Um prontuário que pode ser reescrito sem deixar rastro não protege ninguém: nem o paciente, nem o profissional. Em uma disputa, o que vale é a capacidade de mostrar o que foi registrado, quando e por quem.
Cada alteração cria uma nova versão do registro. A anterior continua consultável — a correção fica visível como correção, não como reescrita.
Acessos e alterações de prontuário ficam registrados com autor, data e diferença aplicada, num painel de auditoria próprio.
Ler ou editar conteúdo clínico exige permissão específica e vínculo com o paciente. Perfis de secretaria e financeiro não acessam prontuário em nenhuma hipótese.
Exclusão lógica, anonimização, exportação de dados e Central do Titular fazem parte do produto, com registro das operações.
Anamneses concluídas recebem checksum, o que torna alteração posterior detectável.
Arquivos clínicos ficam sob regras de acesso próprias, separadas do resto do sistema.
Cada clínica só enxerga os próprios dados, aplicado no banco e não apenas na interface.
O histórico continua com o paciente, não com quem atendia. O novo profissional retoma o caso com o registro completo.
A gestão consulta quem acessou determinado prontuário e o que foi alterado, com data e autor.
Não de forma definitiva. A exclusão é lógica e fica auditável, preservando a integridade do histórico.
Apenas perfis com permissão clínica e vínculo com o paciente. Secretaria e financeiro não têm acesso.
A plataforma tem consentimento, exportação, anonimização, exclusão lógica e registro de auditoria dessas operações.
Sim, 7 dias grátis sem cartão.