Anna — IA de atendimento
Apoio à recepção dentro de um fluxo controlado, com governança sobre o que pode ou não fazer.
Inteligência artificial em clínica funciona bem para o que é repetitivo e textual: organizar informação, resumir, apoiar a redação de uma resposta, transcrever um áudio. Funciona mal — e é irresponsável — quando alguém tenta usá-la para decidir conduta. A Evolya trabalha com esse limite explícito.
Uma parte grande do dia da clínica é consumida por texto: responder a mesma dúvida, escrever registro, procurar informação em conversa antiga, ouvir áudio longo. Nada disso é atendimento, mas tudo isso ocupa quem atende.
A Anna atua no atendimento por WhatsApp seguindo um fluxo definido, com escopo restrito. Ela apoia a conversa e a organização do contato, mas não cria leads por conta própria nem conclui conversões sozinha.
Áudios recebidos podem ser transcritos sob demanda, com o resultado guardado, o que evita reouvir a mesma mensagem.
Há ferramentas de IA para apoiar a organização de informações clínicas. O conteúdo permanece sob responsabilidade do profissional, e as alterações ficam versionadas em trilha append-only.
O uso de IA tem controle de abuso, limite de uso e registro de incidentes. Dados clínicos seguem as mesmas regras de acesso do resto do sistema.
Apoio à recepção dentro de um fluxo controlado, com governança sobre o que pode ou não fazer.
Conversão de áudio em texto quando a equipe pedir, com resultado armazenado.
Apoio à organização de informação clínica, sempre com o profissional no comando.
Recursos de análise de imagem clínica com seleção explícita do paciente.
Limites de uso, detecção de abuso e registro de incidentes de segurança.
Alterações em conteúdo clínico ficam registradas em trilha imutável.
A recepção transcreve, lê em segundos e responde com precisão em vez de ouvir tudo duas vezes.
Perguntas frequentes recebem apoio da IA na formulação da resposta, mantendo a revisão humana.
A IA ajuda a estruturar informação já coletada; a decisão e a validação continuam com o profissional.
Não. A IA apoia tarefas operacionais e de organização de informação. Ela não faz diagnóstico, não prescreve e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.
Ela atua em um fluxo controlado no atendimento, com escopo restrito e sem autonomia para criar leads ou concluir conversões.
Os dados da clínica são usados para operar o sistema para aquela clínica, sob isolamento por tenant e controle de acesso. Dúvidas específicas sobre tratamento de dados estão na Política de Privacidade.
O acesso a dado clínico segue as mesmas regras de permissão do restante do sistema, e o uso de IA tem limites e registro de incidentes.